dicas de @vinhobrasil
terça-feira, 13 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Vinho e Verão combinam sim!
Nada contra as estatísticas que confirmam que os brasileiros preferem uma cerveja geladinha... mas os nossos restaurantes estão constantemente atualizando suas cartas de vinho. Sempre pensando no gosto de seus clientes.
É com muita satisfação e amor ao vinho que repasso a vocês, algumas dicas de vinhos para o verão. Nada contra as estatísticas que confirmam que os brasileiros preferem uma cerveja geladinha... mas os nossos restaurantes estão constantemente atualizando suas cartas de vinho. Sempre pensando no gosto de seus clientes.
Aqui em Santos, minha terra natal, tem-se um visual privilegiado. Vive-se à beira mar e desfruta-se o prazer de vislumbrar as ondas que se formam, explodem e quebram numa espuma branquinha. Para os loucos por vinho, como eu ... ou na cabeça de um apreciador de vinhos, este é um momento em que se imagina um espumante especialmente gelado, servido em uma taça flute. Encanto para os olhos: suas borbulhas, sua mousse (espuma) e frescor para regozijo e gosto dos amantes do vinho e do amor à beira-mar.
No verão, chamam a atenção os vinhos de cor clara, brilhantes como o sol. São os vinhos conhecidos como brancos ( normalmente elaborados com uvas brancas e às vezes com uvas tintas desde que estas não passem por maceração com as cascas). Vinhos leves e vívidos, com sabores e aromas de flores e de frutas cítricas, esbanjando acidez e frescor natural da fruta.
Os espumantes (vinhos que tem gás carbônico) brut são grande pedida para acompanhar os aperitivos tanto na praia, na piscina como no campo.
Os proseccos (espumantes elaborarados com uva prosecco) são bem refrescantes podendo agradrar aos gostos mais delicados.
Os vinhos brancos tranquilos (vinhos que não tem gás carbônico), preferencialmente secos, também são muito indicados para o verão. Vinhos com as uvas brancas Chardonnay com ou sem passagem em madeira, Sauvignon Blanc, Viognier, Pinot Blanc, Riesling dentre outros tantos, agradam e são excelentes para o verão. Aliás, muitos restaurantes orientais oferecem além do tradicional saquê, um bom vinho branco seco da uva Sauvignon Blanc ou Riesling, que são especiais com esta comida exótica, tão em voga.
Ainda, a opção dos vinhos rosés (elaborados com uvas tintas) é excelente àqueles que gostam de um vinho que lembre o sabor de um tinto, com levíssimos taninos e, cuja cor remete ao "por do sol". Apesar de não serem unanimidade, os rosés combinam muito bem com pratos potentes como uma paella com frutos do mar, pratos com sabor intenso de alho, por exemplo, e cá entre nós, combinam sim com a maioria dos pratos.
Para os que não abrem mão de um vinho tinto mesmo no verão, a ideia é um tinto bem leve como o francês Beaujolais feito com a uva gammay, ou o italiano Valpolicella simples (região do Vêneto) feito com uvas corvina veronese, molinara e rondinella e também o Bardolino feito com uvas do Valpolicella e mais a negrara. Todos estes vinhos devem ser jovens (safra recente) e podem ser servidos refrescados pois tem pouco corpo e teor alcoólico em torno 11%. Inclui-se ainda para os mais exigentes vinho da delicada uva pinot noir, que comumente é leve, fresco e pouco tânico.
E para as sobremesas pode-se servir os vinhos doces naturais bem gelados, como os vinhos botrytizados (elaborados a partir de uvas com altíssimo teor de açúcar devido ao fungo botrytis cinérea ) ou os late harvest (uvas de colheita tardia) que por serem doces acompanham tortas, bolos e sorvetes. A harmonização desses quitutes doces com os espumantes tipo Asti, elaborados com a uva moscatel, com alto teor de açúcar também é bem-vinda.
É com muita satisfação e amor ao vinho que repasso a vocês, algumas dicas de vinhos para o verão. Nada contra as estatísticas que confirmam que os brasileiros preferem uma cerveja geladinha... mas os nossos restaurantes estão constantemente atualizando suas cartas de vinho. Sempre pensando no gosto de seus clientes.
Aqui em Santos, minha terra natal, tem-se um visual privilegiado. Vive-se à beira mar e desfruta-se o prazer de vislumbrar as ondas que se formam, explodem e quebram numa espuma branquinha. Para os loucos por vinho, como eu ... ou na cabeça de um apreciador de vinhos, este é um momento em que se imagina um espumante especialmente gelado, servido em uma taça flute. Encanto para os olhos: suas borbulhas, sua mousse (espuma) e frescor para regozijo e gosto dos amantes do vinho e do amor à beira-mar.
No verão, chamam a atenção os vinhos de cor clara, brilhantes como o sol. São os vinhos conhecidos como brancos ( normalmente elaborados com uvas brancas e às vezes com uvas tintas desde que estas não passem por maceração com as cascas). Vinhos leves e vívidos, com sabores e aromas de flores e de frutas cítricas, esbanjando acidez e frescor natural da fruta.
Os espumantes (vinhos que tem gás carbônico) brut são grande pedida para acompanhar os aperitivos tanto na praia, na piscina como no campo.
Os proseccos (espumantes elaborarados com uva prosecco) são bem refrescantes podendo agradrar aos gostos mais delicados.
Os vinhos brancos tranquilos (vinhos que não tem gás carbônico), preferencialmente secos, também são muito indicados para o verão. Vinhos com as uvas brancas Chardonnay com ou sem passagem em madeira, Sauvignon Blanc, Viognier, Pinot Blanc, Riesling dentre outros tantos, agradam e são excelentes para o verão. Aliás, muitos restaurantes orientais oferecem além do tradicional saquê, um bom vinho branco seco da uva Sauvignon Blanc ou Riesling, que são especiais com esta comida exótica, tão em voga.
Ainda, a opção dos vinhos rosés (elaborados com uvas tintas) é excelente àqueles que gostam de um vinho que lembre o sabor de um tinto, com levíssimos taninos e, cuja cor remete ao "por do sol". Apesar de não serem unanimidade, os rosés combinam muito bem com pratos potentes como uma paella com frutos do mar, pratos com sabor intenso de alho, por exemplo, e cá entre nós, combinam sim com a maioria dos pratos.
Para os que não abrem mão de um vinho tinto mesmo no verão, a ideia é um tinto bem leve como o francês Beaujolais feito com a uva gammay, ou o italiano Valpolicella simples (região do Vêneto) feito com uvas corvina veronese, molinara e rondinella e também o Bardolino feito com uvas do Valpolicella e mais a negrara. Todos estes vinhos devem ser jovens (safra recente) e podem ser servidos refrescados pois tem pouco corpo e teor alcoólico em torno 11%. Inclui-se ainda para os mais exigentes vinho da delicada uva pinot noir, que comumente é leve, fresco e pouco tânico.
E para as sobremesas pode-se servir os vinhos doces naturais bem gelados, como os vinhos botrytizados (elaborados a partir de uvas com altíssimo teor de açúcar devido ao fungo botrytis cinérea ) ou os late harvest (uvas de colheita tardia) que por serem doces acompanham tortas, bolos e sorvetes. A harmonização desses quitutes doces com os espumantes tipo Asti, elaborados com a uva moscatel, com alto teor de açúcar também é bem-vinda.
Temperatura de serviço
- · Tintos - 15ºC a 22ºC
leves - 15ºC a 17ºC (Porto)
encorpados - 18ºC a 22ºC
- · Roses - 12ºC a 14ºC
- · Brancos - 8ºC a 15ºC
leves - 7ºC a 10ºC
encorpados - 13ºC a
15ºC
- · Brancos doces - 6ºC a 12ºC
- · Espumantes - 7ºC a 12ºC
OBS.: temperaturas abaixo de 6ºC anestesiam as papilas
gustativas
Degustem bem o verão a bordo de seu vinho preferido!
Fonte: http://www.enoamigos.com
Fonte: http://www.enoamigos.com
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Sorveteria americana inova ao criar sabores com vinho
Por Fabrizia Ribeiro em 03/01/2013 16:37, em Bebidas
Cabernet, Merlot e Chardonnay são alguns dos rótulos utilizados na fabricação das sobremesasE uma sorveteria americana inovou com uma linha premium de sorvetes que promete aguçar os sentidos dos amantes do vinho. A Mercer’s Dairy é a responsável pela linha Wine Ice Cream, com seis sabores confeccionados com as principais uvas utilizadas para produzir os melhores vinhos.
Ao combinar o sabor da bebida com frutas exóticas, a empresa criou sabores como Cherry Merlot (cerejas com vinho Merlot), Chocolate Cabernet (chocolate com vinho Cabernet), Peach White Zinfandel (pêssego com vinho White Zinfandel) e Red Raspberry Chardonnay (framboesa com vinho Chardonnay). Para quem deseja saborear apenas o melhor do vinho, existem as versões Riesling e Port, esse último confeccionado com o tradicional Vinho do Porto português.
Como alguns sabores podem chegar a ter até 5% de álcool, a legislação americana permite que apenas maiores de 21 anos saboreiem a refinada sobremesa. A receita não é revelada pela empresa, mas a versão cremosa e geladinha dos melhores vinhos já ganhou diversos prêmios ao redor do mundo.
Depois do sucesso da novidade, a Mercer’s está ampliando seus horizontes e já começou a distribuir os sorvetes de vinho em diferentes partes do mundo. No entanto, ainda não existe previsão para que a sobremesa chegue ao Brasil.
Se você ficou com vontade, talvez o sorvete de cerveja que deve chegar às prateleiras ainda nesse mês possa refrescar o seu verão e deixar a vida mais saborosa.
Fonte:http://todaela.uol.com.br/bebidas/sorveteria-americana-inova-ao-criar-sabores-com-vinho
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Safra de uva 2012 fica entre as três melhores em meio século
Excelência no cultivo e clima favorável garantem qualidade
excepcional nas uvas para vinhos elaborados no Rio Grande do Sul e em
Santa Catarina, observa o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Celito
Guerra.
A safra de uva este ano no Rio Grande do Sul deve somar cerca de 700 milhões de quilos, segundo projeção do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) divulgada nesta quinta-feira (26), último dia da ExpoVinis 2012, em São Paulo. “Sofremos perdas em consequência do granizo que atingiu os parreirais no Estado, responsável por cerca de 90% da elaboração brasileira de vinhos e 55% da produção de uvas, mas, por outro lado, ocorreu um aumento na área cultivada que compensará estes prejuízos”, avaliou o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Alceu Dalla Molle. Na safra passada, o RS colheu a maior safra da sua história, com 707,2 milhões de quilos de uvas tiradas das videiras gaúchas.
Os especialistas são unânimes em afirmar que a safra 2012 de uvas entra definitivamente para a história do setor vitivinícola na região Sul do país. Como que para dar veracidade a uma costumeira anedota entre os produtores de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a teimosia foi recompensada. “O cultivo foi o mesmo do ano passado, por exemplo, que registrou uma safra menos expressiva em termos de qualidade. Isso não significa que houve alguma falta de cuidado em 2011, pois os produtores fizeram exatamente a mesma coisa agora, em 2012. A diferença é que, desta vez, as condições naturais colaboraram”, explica o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), segmento Uva e Vinho, Celito Guerra, 48 anos.
Para o estudioso, há 22 anos na entidade, seguramente a safra 2012 nos dois estados do extremo sul brasileiro fica entre as três melhores dos últimos 50 anos, em nível de qualidade equivalente às emblemáticas colheitas de 2005 e 1991. “Só saberemos quão boa foi esta safra quando vierem os vinhos elaborados a partir de suas uvas. Mas, com certeza, a qualidade foi muito elevada. Pode até ter havido safras muito boas nos anos 1970, por exemplo, mas naquela época não tínhamos uvas decentes nem tecnologia de ponta, como agora”.
A alta qualidade desta safra pode ser comprovada pela análise do Grau Babo de 280 amostras coletadas pela Divisão de Enologia as Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). A uva merlot, por exemplo, teve uma graduação média de 18,02 este ano, enquanto em 2005 foi de 18,13 e no ano passado de 16,12. A chardonnay registrou 17,08 de graduação média, ante 17,44 de 2005 e 16,78 de 2011. “Esta é a melhor safra que o Vale dos Vinhedos já viu”, afirma o diretor-técnico da Aprovale, Daniel Dalla Valle. “Esta é a melhor safra que pude acompanhar em 30 anos no Brasil”, declara Carlos Abarzua, diretor em viticultura da ABE (Associação Brasileira de Enologia).
Guerra explica que o cultivo de uvas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em 2012, foi favorecido pelo fenômeno La Niña – cuja ocorrência costuma registrar anuidade intercalada. O clima seco, entretanto, só pôde ser bem aproveitado graças aos cuidados na produção, com vinhedos implantados nos locais mais propícios nos aspectos de exposição solar e características do solo. “Tivemos uma temporada de muito sol, baixa umidade e baixa precipitação pluviométrica, com temperaturas quentes durante o dia e amenas à noite. O clima seco permitiu que as uvas fossem deixadas mais tempo no pé e, por consequência, adquirissem maior maturação”.
O pesquisador José Fernando da Silva Protas, também da Embrapa Uva e Vinho, vai mais longe. Conforme ele, em termos de qualidade, pode-se esperar vinhos oriundos das uvas da safra 2012 com a “melhor qualidade da história”. “A razão é que, esta safra, concilia um comportamento climático excepcional com os grandes avanços tanto na qualificação técnica no campo quanto na estrutura tecnológica da indústria”, explica Protas.
Equilíbrio e harmonia
A qualidade dos vinhos que serão elaborados posteriormente resulta de uma delicada sintonia entre todas as características da matéria-prima colhida agora – Grau Babo (índice de açúcar), acidez, aroma (principalmente no caso dos brancos), tanino e polifenóis (especialmente nos tintos). Os polifenóis são os compostos orgânicos que conferem ao vinho as características de cor, corpo e longevidade.
“Há particularidades para cada região produtora do país. O Vale do São Francisco (particularmente na área produtora do interior pernambucano), por exemplo, tem outro regime climático e de cultivo, não pode ser comparado. A região cafeeira do sul de Minas Gerais, em outro caso, aparece com bom potencial, foi muito bem este ano, mas tem apenas quatro ou cinco safras de história. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, de um modo geral, em todas as suas microrregiões produtoras, foram muito favorecidos pelo clima. Mas isso só resulta em uvas de qualidade porque houve excelência no cultivo”, finaliza Guerra.
Fonte: http://www.ibravin.org.br
A safra de uva este ano no Rio Grande do Sul deve somar cerca de 700 milhões de quilos, segundo projeção do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) divulgada nesta quinta-feira (26), último dia da ExpoVinis 2012, em São Paulo. “Sofremos perdas em consequência do granizo que atingiu os parreirais no Estado, responsável por cerca de 90% da elaboração brasileira de vinhos e 55% da produção de uvas, mas, por outro lado, ocorreu um aumento na área cultivada que compensará estes prejuízos”, avaliou o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Alceu Dalla Molle. Na safra passada, o RS colheu a maior safra da sua história, com 707,2 milhões de quilos de uvas tiradas das videiras gaúchas.
Os especialistas são unânimes em afirmar que a safra 2012 de uvas entra definitivamente para a história do setor vitivinícola na região Sul do país. Como que para dar veracidade a uma costumeira anedota entre os produtores de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a teimosia foi recompensada. “O cultivo foi o mesmo do ano passado, por exemplo, que registrou uma safra menos expressiva em termos de qualidade. Isso não significa que houve alguma falta de cuidado em 2011, pois os produtores fizeram exatamente a mesma coisa agora, em 2012. A diferença é que, desta vez, as condições naturais colaboraram”, explica o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), segmento Uva e Vinho, Celito Guerra, 48 anos.
Para o estudioso, há 22 anos na entidade, seguramente a safra 2012 nos dois estados do extremo sul brasileiro fica entre as três melhores dos últimos 50 anos, em nível de qualidade equivalente às emblemáticas colheitas de 2005 e 1991. “Só saberemos quão boa foi esta safra quando vierem os vinhos elaborados a partir de suas uvas. Mas, com certeza, a qualidade foi muito elevada. Pode até ter havido safras muito boas nos anos 1970, por exemplo, mas naquela época não tínhamos uvas decentes nem tecnologia de ponta, como agora”.
A alta qualidade desta safra pode ser comprovada pela análise do Grau Babo de 280 amostras coletadas pela Divisão de Enologia as Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). A uva merlot, por exemplo, teve uma graduação média de 18,02 este ano, enquanto em 2005 foi de 18,13 e no ano passado de 16,12. A chardonnay registrou 17,08 de graduação média, ante 17,44 de 2005 e 16,78 de 2011. “Esta é a melhor safra que o Vale dos Vinhedos já viu”, afirma o diretor-técnico da Aprovale, Daniel Dalla Valle. “Esta é a melhor safra que pude acompanhar em 30 anos no Brasil”, declara Carlos Abarzua, diretor em viticultura da ABE (Associação Brasileira de Enologia).
Guerra explica que o cultivo de uvas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em 2012, foi favorecido pelo fenômeno La Niña – cuja ocorrência costuma registrar anuidade intercalada. O clima seco, entretanto, só pôde ser bem aproveitado graças aos cuidados na produção, com vinhedos implantados nos locais mais propícios nos aspectos de exposição solar e características do solo. “Tivemos uma temporada de muito sol, baixa umidade e baixa precipitação pluviométrica, com temperaturas quentes durante o dia e amenas à noite. O clima seco permitiu que as uvas fossem deixadas mais tempo no pé e, por consequência, adquirissem maior maturação”.
O pesquisador José Fernando da Silva Protas, também da Embrapa Uva e Vinho, vai mais longe. Conforme ele, em termos de qualidade, pode-se esperar vinhos oriundos das uvas da safra 2012 com a “melhor qualidade da história”. “A razão é que, esta safra, concilia um comportamento climático excepcional com os grandes avanços tanto na qualificação técnica no campo quanto na estrutura tecnológica da indústria”, explica Protas.
Equilíbrio e harmonia
A qualidade dos vinhos que serão elaborados posteriormente resulta de uma delicada sintonia entre todas as características da matéria-prima colhida agora – Grau Babo (índice de açúcar), acidez, aroma (principalmente no caso dos brancos), tanino e polifenóis (especialmente nos tintos). Os polifenóis são os compostos orgânicos que conferem ao vinho as características de cor, corpo e longevidade.
“Há particularidades para cada região produtora do país. O Vale do São Francisco (particularmente na área produtora do interior pernambucano), por exemplo, tem outro regime climático e de cultivo, não pode ser comparado. A região cafeeira do sul de Minas Gerais, em outro caso, aparece com bom potencial, foi muito bem este ano, mas tem apenas quatro ou cinco safras de história. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, de um modo geral, em todas as suas microrregiões produtoras, foram muito favorecidos pelo clima. Mas isso só resulta em uvas de qualidade porque houve excelência no cultivo”, finaliza Guerra.
Fonte: http://www.ibravin.org.br
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Como nasce um grande vinho
Carinho e tradição contam mais que a tecnologia, como prova a elaboração do Pintas
Foto: Nuno Correia/Divulgação Ampliar
O casal Jorge e Sandra se uniram para produzir seu vinho predileto
Junta-se um casal herdeiro de quintas famosas na região do Douro. Ele, campeão português de corridas de carro; ela, modelo de moda dos 17 aos 26 anos. Estudam Enologia, casam-se em 2001 e resolvem fazer um vinho que fosse a expressão de seu carinho mútuo. À história acrescenta-se um cachorro, pointer alemão. Seu nome batizará o novo vinho: Pintas.
Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva são os protagonistas dessa história, que se passa em uma pequena propriedade no Vale de Mendiz, situada junto ao rio Pinhão, na região conhecida como Cima Corgo. Eles prestam consultoria para outras quintas importantes do Douro (Sandra é enóloga também da Quinta da Chocapalha, na região de Lisboa, que pertence a seus pais), e criaram sua própria empresa, a Wine & Soul, que produz o Pintas.
Foto: Nuno Correia/Divulgação
Quase tudo é feito à moda antiga na Quinta, para preservar a autenticidade local
Esse vinho provocou reações favoráveis desde sua primeira safra, em 2001. Elaborado a partir de uvas de pés com mais de 70 anos, seguindo a prática antiga na região de misturar diferentes variedades em um só terreno, é composto por Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela, Tinta Cão, Tinta Barroca e Rufete.
O resultado é, a cada ano, um vinho densamente frutado, expansivo de aroma e gosto a cada gole, lembrando compota de frutas negras, baunilha, madeira e ligeiro defumado. Mostra excelente equilíbrio em seu conjunto, exibindo taninos e acidez envolventes, com longa persistência. Caso da safra 2009, atualmente à venda no Brasil, importada pela Adega Alentejana, com preço ao consumidor de R$ 379,40.
Foto: Nuno Correia/Divulgação
Jorge e Sandra junto com Pintas, o cão celebrizado pelo vinho
Fonte: http://luxo.ig.com.br/
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Vinhos de sobremesas
Genericamente são identificados como “Vinhos de sobremesa” todos os vinhos que têm um sabor doce, variável em relação ao próprio conteúdo de açucares residuais e, devido esta característica, são apreciados com as frutas, as sobremesas ou como vinhos de “meditação”.
Novos conceitos modernos de harmonização permitem também a combinação com receitas ou alimentos salgados e picantes como queijos fortes e foie-gras entre outros.
Nesta categoria, encontramos vinhos brancos, tintos, rosados, espumantes, “passitos”, licorosos ou fortificados.
Como já explicado, os vinhos doces conservam uma parte da doçura da uva, ou seja, eles contêm uma parte dos açúcares que as leveduras não desenvolveram em álcool. Praticamente, para obter isto, é preciso parar o trabalho das leveduras e provocar uma fermentação somente parcial dos açucares presentes nas uvas no momento da colheita.
Potencialmente, todas as uvas podem produzir vinhos doces, secos, espumantes, frisantes e fortificados, mas, devido determinadas características, há uvas que melhor se exprimem em cada categoria.
Na prática, a interrupção da fermentação para obter vinhos doces, pode ser alcançada por três métodos:
NATURALMENTE
A maioria das leveduras, atingindo durante a fermentação aproximativamente 14 graus alcoólicos, naturalmente fica inativa (não é um limite absoluto, pois, dependendo do tipo de uva, do tipo de leveduras, do clima, etc., este valor pode ser maior ou menor).
Se a uva inicialmente era muito rica em açucares, por esta razão, teremos nos vinhos uma porcentagem de açucares não desenvolvida. Isso é o que acontece nos vinhos “passitos naturais” (produzidos com uvas passificadas após a colheita), nos vinhos “botritizados”, ou seja, atacados pela Botrytis Cinérea (Sauternes, Barsac, Tokaj, etc.) e nos vinhos produzidos com uvas deixadas nas plantas muito tempo depois do normal da colheita, para atingir uma super maturação (Late Harvest) e ou que ficarão congeladas nas noites de outono das regiões particularmente frias (Alemanha, Canadá, Áustria) e que são conhecidos como ICE WINE ou EISWEIN, dependendo do lugar de produção.
Todos estes vinhos, encorpados e complexos, têm a possibilidade de envelhecer em tonéis de carvalho ou em garrafa durante muito tempo, alcançando qualidades excelsas.
Estes vinhos geralmente são bastante caros, pois o rendimento uva/vinho é baixíssimo, nos casos extremos até uma taça cada planta.
COM O FRIO
É o caso dos vinhos doces frisantes ou espumantes, dos quais o representante mais conhecido é o MOSCATO, produzido principalmente no Monferrato e nas Langhe (Piemonte, Itália), onde origina duas D.O.C.G. importantíssimas: MOSCATO D’ASTI e ASTI SPUMANTE ou simplesmente ASTI.
Esta técnica é baseada na propriedade que tem o frio de inibir o trabalho das leveduras. De fato, será suficiente baixar a temperatura do tanque de fermentação até valores próximos ao 0 grau, para interromper a atividade das leveduras e o conseqüente desenvolvimento dos açucares em álcool e gás carbônico. Antes do engarrafamento isobárico, os vinhos serão filtrados para tirar as leveduras e impedir a refermentação natural quando a temperatura voltar aos valores normais.
Estes vinhos simpáticos e descontraídos têm como características principais o baixo teor alcoólico (de 5,5 a 8 graus) e um leque aromático intenso e aberto, com notas florais (rosa, jasmim) e frutadas (uva moscato, pêssego, damasco, maça) muito elegantes.
As melhores combinações gastronômicas são com frutas e sobremesas leves, como o Panettone da tradição natalícia que, com o Moscato é símbolo de festa e alegria.
COM A FORTIFICAÇÃO
A técnica da “fortificação” foi inventada no século XVIII com a finalidade de melhorar a conservação dos vinhos durante as longas viagens marítimas, comprometida pelo calor, a salinidade e o balanço dos barcos.
Potencialmente todos os vinhos podem ser fortificados, mas a adição de aguardente vínica (destilado de vinho) efetuada durante a fermentação, tem o poder de inibir a ação das leveduras, aumentar consideravelmente o grau alcoólico deixando uma grande porcentagem de açucares não desenvolvidos.
Quando, ao contrario, esta adição é feita após a fermentação, os vinhos fortificados serão secos, pois não haverá mais a presença de açucares residuais. Os vinhos fortificados mais famosos são:
PORTO, o mais famoso desta categoria. Produzido no Vale do Douro, no nordeste de Portugal com uvas Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Cão (na versão “Tinto”); Viosinho, Malvasia Fina, Gouveio, Códega, Rabigado e outras de menor importância em menor quantidade (quando “Branco”).
Dependendo do envelhecimento, o Porto é identificado como Ruby, Tawny, L.B.V. (Late Bottle Vintage) e Vintage, a categoria mais importante, produzida somente em safras excepcionais, que pode chegar a dezenas de anos de envelhecimento nas garrafas.
BANYULS, produzido no Sul da França, praticamente ao confim com a Espanha, sobretudo com uvas Grenache e Macabeo. Vinho de grande estrutura e fascínio, amadurecido durante muito tempo em recipientes de vidro (bombonnes) expostos às intempéries (muitas vezes no teto das vinícolas) para procurar oxidação rápida, aromas e gosto particulares. Os melhores Banyuls, são verdadeiras jóias enológicas.
MADEIRA, produzido na ilha homônima, situada a cerca 600 km das costas do Marrocos, território que pertence ao Portugal. As uvas principais são Tinta Negra Mole, Sercial, Verdelho, Bual e outras quase inteiramente autóctones. È o único vinho do mundo a ser “cozido”, pois após a fortificação, durante 3-6 meses aquecido mediante estufas á temperatura de 45 graus.
MALAGA, vinho da Andaluzia, considerado durante séculos o ”vinho mais majestoso do mundo”. Os melhores são produzidos com uvas Pedro Ximenez em pureza, mas a uva Moscatel pode também entrar no corte, sempre em quantidade menor. O Málaga pode ser doce ou seco, de grau alcoólico variável (há também Málaga não fortificados) e características muito aparecidas com as do Xerez.
XEREZ ou SHERRY, vinho fortificado produzido entre as cidades de Sanlúcar de Barrameda, Jerez de la Frontera e Puerto de Santa Maria na extremidade sul oriental da Espanha, mediante o método SOLERA.
Palomino, Moscatel, Pedro Ximenez são as uvas permitidas na produção e, dependendo do envelhecimento e da quantidade de açúcar presente, estes vinhos têm denominações diferentes. As mais conhecidas são: Fino, Manzanilla, Oloroso, Cream, Amontillado, Moscatel e Pedro Ximenez.
MARSALA, vinho histórico da Sicília, produzido com as uvas absolutamente autóctones Grillo, Catarratto, Inzolia e outras que podem ser encontradas em outras regiões do sul da Itália, como Perricone e Nero d’Avola. As variedades de Marsala são muitas (talvez demais…): Fine, Superiore, Superiore Riserva, Vergine, Vergine Stravecchio, Soleras, Soleras Stravecchio, e outras que, nestas categorias, ainda diferenciam o produto por envelhecimento e porcentagem de açucares residuais.
O MARSALA ALL’UOVO, produzido misturando o vinho com um creme de gemas de ovo aromatizado com várias especiarias, é um produto muito particular, muito calórico, que pode ser apreciado também quente.
Fonte: http://www.expandblog.com.br
Novos conceitos modernos de harmonização permitem também a combinação com receitas ou alimentos salgados e picantes como queijos fortes e foie-gras entre outros.
Nesta categoria, encontramos vinhos brancos, tintos, rosados, espumantes, “passitos”, licorosos ou fortificados.
Como já explicado, os vinhos doces conservam uma parte da doçura da uva, ou seja, eles contêm uma parte dos açúcares que as leveduras não desenvolveram em álcool. Praticamente, para obter isto, é preciso parar o trabalho das leveduras e provocar uma fermentação somente parcial dos açucares presentes nas uvas no momento da colheita.
Potencialmente, todas as uvas podem produzir vinhos doces, secos, espumantes, frisantes e fortificados, mas, devido determinadas características, há uvas que melhor se exprimem em cada categoria.
Na prática, a interrupção da fermentação para obter vinhos doces, pode ser alcançada por três métodos:
NATURALMENTE
A maioria das leveduras, atingindo durante a fermentação aproximativamente 14 graus alcoólicos, naturalmente fica inativa (não é um limite absoluto, pois, dependendo do tipo de uva, do tipo de leveduras, do clima, etc., este valor pode ser maior ou menor).
Se a uva inicialmente era muito rica em açucares, por esta razão, teremos nos vinhos uma porcentagem de açucares não desenvolvida. Isso é o que acontece nos vinhos “passitos naturais” (produzidos com uvas passificadas após a colheita), nos vinhos “botritizados”, ou seja, atacados pela Botrytis Cinérea (Sauternes, Barsac, Tokaj, etc.) e nos vinhos produzidos com uvas deixadas nas plantas muito tempo depois do normal da colheita, para atingir uma super maturação (Late Harvest) e ou que ficarão congeladas nas noites de outono das regiões particularmente frias (Alemanha, Canadá, Áustria) e que são conhecidos como ICE WINE ou EISWEIN, dependendo do lugar de produção.
Todos estes vinhos, encorpados e complexos, têm a possibilidade de envelhecer em tonéis de carvalho ou em garrafa durante muito tempo, alcançando qualidades excelsas.
Estes vinhos geralmente são bastante caros, pois o rendimento uva/vinho é baixíssimo, nos casos extremos até uma taça cada planta.
COM O FRIO
É o caso dos vinhos doces frisantes ou espumantes, dos quais o representante mais conhecido é o MOSCATO, produzido principalmente no Monferrato e nas Langhe (Piemonte, Itália), onde origina duas D.O.C.G. importantíssimas: MOSCATO D’ASTI e ASTI SPUMANTE ou simplesmente ASTI.
Esta técnica é baseada na propriedade que tem o frio de inibir o trabalho das leveduras. De fato, será suficiente baixar a temperatura do tanque de fermentação até valores próximos ao 0 grau, para interromper a atividade das leveduras e o conseqüente desenvolvimento dos açucares em álcool e gás carbônico. Antes do engarrafamento isobárico, os vinhos serão filtrados para tirar as leveduras e impedir a refermentação natural quando a temperatura voltar aos valores normais.
Estes vinhos simpáticos e descontraídos têm como características principais o baixo teor alcoólico (de 5,5 a 8 graus) e um leque aromático intenso e aberto, com notas florais (rosa, jasmim) e frutadas (uva moscato, pêssego, damasco, maça) muito elegantes.
As melhores combinações gastronômicas são com frutas e sobremesas leves, como o Panettone da tradição natalícia que, com o Moscato é símbolo de festa e alegria.
| Villa Giada Moscato D’asti Ceirole 2010: Possui cor amarelo ouro com notas de frutas cítricas. É delicado, doce, fresco e com final persistente. País: Itália/Piemonte Uva: MoscatoVinificação: As uvas moscato para esse vinho, são colhidas apenas no mês de setembro. Uma rápida vinificação e uma leve prensagem, permitem obter aromas típicos e intensos. As poucas filtrações pelo qual o mosto é submetido, mantém integras as excepcionais características aromáticas deste vinho. A breve fermentação e o uso de fermentos selecionados deixam uma vivacidade agradável e persistente. Após engarrafado, o vinho descansa por pelo menos 1 mês na bodega onde atinge suas condições máximas. Para saber mais sobre o vinho clique aqui. |
A técnica da “fortificação” foi inventada no século XVIII com a finalidade de melhorar a conservação dos vinhos durante as longas viagens marítimas, comprometida pelo calor, a salinidade e o balanço dos barcos.
Potencialmente todos os vinhos podem ser fortificados, mas a adição de aguardente vínica (destilado de vinho) efetuada durante a fermentação, tem o poder de inibir a ação das leveduras, aumentar consideravelmente o grau alcoólico deixando uma grande porcentagem de açucares não desenvolvidos.
Quando, ao contrario, esta adição é feita após a fermentação, os vinhos fortificados serão secos, pois não haverá mais a presença de açucares residuais. Os vinhos fortificados mais famosos são:
PORTO, o mais famoso desta categoria. Produzido no Vale do Douro, no nordeste de Portugal com uvas Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Cão (na versão “Tinto”); Viosinho, Malvasia Fina, Gouveio, Códega, Rabigado e outras de menor importância em menor quantidade (quando “Branco”).
Dependendo do envelhecimento, o Porto é identificado como Ruby, Tawny, L.B.V. (Late Bottle Vintage) e Vintage, a categoria mais importante, produzida somente em safras excepcionais, que pode chegar a dezenas de anos de envelhecimento nas garrafas.
| Churchill´s Port Reserve: Vermelhor rubi bem escuro. Aromas frescos, com notas de frutas negras maduras, flores secas e bombom de cereja. Um Vinho bem estruturado, rico em sabores. Os quatro anos em madeira lhe da uma complexidade agradável, sem perder seu frescor e fruta. persistente. País: Portugual/Porto Uva: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta AmarelaVinificação: Mistura de vinhos de safras diferentes, quatro anos de envelhecimento em carvalho lhe dá uma medida da complexidade, enquanto mantém a cor rubi-escuro, apresentando-o como um Vinho do Porto novo. Para saber mais sobre o vinho clique aqui. |
MADEIRA, produzido na ilha homônima, situada a cerca 600 km das costas do Marrocos, território que pertence ao Portugal. As uvas principais são Tinta Negra Mole, Sercial, Verdelho, Bual e outras quase inteiramente autóctones. È o único vinho do mundo a ser “cozido”, pois após a fortificação, durante 3-6 meses aquecido mediante estufas á temperatura de 45 graus.
MALAGA, vinho da Andaluzia, considerado durante séculos o ”vinho mais majestoso do mundo”. Os melhores são produzidos com uvas Pedro Ximenez em pureza, mas a uva Moscatel pode também entrar no corte, sempre em quantidade menor. O Málaga pode ser doce ou seco, de grau alcoólico variável (há também Málaga não fortificados) e características muito aparecidas com as do Xerez.
| Solera Reserva Moscatel Superior Emilin: Cor de mogno escuro com halo verde-amarelo. Apresenta aroma floral e cítrico intenso. Suave e doce ao paladar, lembrando mel, frutas cítricas e especiarias que ficam por muito tempo na boca. Todo o conjunto é balanceado com a acidez natural e equilibrada. País: Espanha/Jerez Uva: MoscatelVinificação: As uvas Moscatel desse vinho, são cultivadas no vinhedo “Las Cruces” e após atingirem seu ponto ideal de maturação, são colhidas e secas à sombra para concentração de aromas e açúcares. A fermentação é interrompida com aguardente para conservar o açúcar natural da uva tornando o vinho doce. WS: 88 Para saber mais sobre o vinho clique aqui. |
Palomino, Moscatel, Pedro Ximenez são as uvas permitidas na produção e, dependendo do envelhecimento e da quantidade de açúcar presente, estes vinhos têm denominações diferentes. As mais conhecidas são: Fino, Manzanilla, Oloroso, Cream, Amontillado, Moscatel e Pedro Ximenez.
| Solera Reserva Puerto Fino: De cor amarelo-palha, ao nariz traz aromas fortes de leveduras. Em boca é seco e potente. País: Espanha/Jerez Uva: Palomino FinoVinificação: Para se obter o Puerto Fino, é realizada a vinificação semelhante a do Vinho do Porto, mas a adição de aguardente é feita somente no final, tornando o vinho seco e bastante alcoólico. Em seguida, o vinho é transferido para barricas de carvalho americano empilhadas num sistema conhecido como “Solera” que nunca estão completamente cheias e por esse motivo cria-se um fungo “a Flor” que protege o vinho contra a oxidação e ainda acrescenta aromas especiais a ele. Para saber mais sobre o vinho clique aqui. |
O MARSALA ALL’UOVO, produzido misturando o vinho com um creme de gemas de ovo aromatizado com várias especiarias, é um produto muito particular, muito calórico, que pode ser apreciado também quente.
Fonte: http://www.expandblog.com.br
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Conheça os 10 vinhos mais caros do mundo
9. Chateau Mouton Rothschild 1982: US$700
8. Screaming Eagle 1994: US$3,833
7. Romanée-Conti DRC 1990: US$5,800
6. Le Montrachet, DRC 1978: US$23,929
5. Romanee Conti, DRC 1990: US$28,112
4. Massandra Sherry: US$43,500
3. Chateau d Yquem 1784: US$56,588
2. Chateau Mouton Rothschild 1945: US$ 114,614
1. Chateau Lafite 1787: US$160,000
por: http://sitedooriente.blogspot.com/2011/08/conheca-os-10-vinhos-mais-caros-do.html
domingo, 31 de julho de 2011
Azeite de Oliva Mitos e Verdades
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O interesse pelo azeite de oliva tem aumentado muito ultimamente. No entanto, permanecem as velhas confusões - mitos, na verdade - que pouco ajudam o consumidor na busca de um produto adequado às suas necessidades nos pontos-de-vendas. Conheça alguns mitos comuns e algumas verdades necessárias para comprar azeites de boa qualidade...
Azeites de oliva de primeira prensagem são melhores?
Mito -Trata-se de uma informação que induz ao erro de imaginar que existe uma segunda prensagem e que a qualidade do azeite de oliva virgem vai piorando a medida que o processo progride. Na verdade, todos os azeites de oliva virgens, bons ou ruins, nos dias de hoje, resultam de uma primeira prensagem, portanto não é esse um fator que define a qualidade do produto.
Azeites de oliva com baixa acidez baixa são mais gostosos ou intensos?
Mito -A acidez é um fator de classificação importante do azeite de oliva virgem, mas não serve para indicar a qualidade sensorial do produto. É impossível fazer a associação quanto menor for a acidez, mais gostoso será o azeite de oliva. O sabor e o aroma do produto é resultado de um complexo equilíbrio de pelo menos 70 compostos diferentes (cetonas, éteres, alcoóis, entre outros) que são transmitidos em gradações diversas, primariamente, pela variedade e pela maturação dos frutos no momento do processamento e, secundariamente, pelo micro clima e pelo solo em que a árvore está plantada. Já a acidez, que aliás nada tem a ver com o pH que aprendemos nas aulas de química, é gustativamente imperceptível. No entanto, esse índice tem um outro valor: a acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas é bem feito. Por isso é comum que bons azeites tenham acidez baixa. No entanto é possível encontrar um azeite com grau de acidez baixo, mas com pouca personalidade, pouco aroma e de sabor apagado e, também o contrário, um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presença marcante na boca.
Azeites são melhores quando jovens?
Verdade -O primeiro fator de qualidade sensorial é bastante simples: a data de fabricação. O azeite de oliva, ao contrário de alguns vinhos, é tanto melhor quanto mais jovem. Apesar de não ser correto afirmar que qualquer azeite de oliva, por ser jovem, é automaticamente melhor do que outro mais antigo, um determinado azeite será sempre melhor no começo de sua vida do que no fim dela.
Azeites de oliva de cor verde são mais fortes?
Mito -A cor é outro atributo que também não influi na qualidade sensorial do azeite. A cor verde é resultado da quantidade de clorofila (pigmento de cor verde) presente no produto. A clorofila transmite ao azeite de oliva, além dos tons esverdeados, notas sensoriais mais amargas. Todos os demais aspectos sensoriais não podem ser avaliados pela cor do azeite de oliva. Os mais verdes, normalmente, resultam da prensagem de frutos iniciais da colheita.
Azeites de Oliva são saudáveis porque não têm colesterol?
Mito- Às vezes encontra-se inscrito em embalagens de azeite de oliva a expressão "Sem Colesterol". Trata-se de outro apelo que não vale muito, pois todo o alimento de origem vegetal não contém colesterol. Isso vale para a abóbora, o azeite de oliva ou o óleo de soja. Não é a ausência de colesterol que justifica a aquisição de azeite de oliva.
A degustação é o único caminho de avaliação?
Verdade - Bons azeites de oliva são aqueles que têm uma história sensorial para contar, são complexos, apresentam corpo, evoluem em transições sensoriais diversas e permanecem com seu retro gosto. O conjunto desses atributos manifesta uma personalidade. Por isso, degustar é a melhor maneira de estabelecer preferências. Dessa forma é um bom hábito provar uma pequena porção do produto puro logo depois da compra. Com o tempo, o seu paladar se converterá em sua bússola e deixará claro qual é a sua preferência.
Como degustar o azeite de oliva:
Coloque cerca de 20 mililitros do azeite de oliva a ser degustado em um copo pequeno, de preferência opaco - assim a cor do produto não irá afetar seu julgamento. Tampe com uma das mãos a superfície superior do copo e coloque a outra mão por baixo do copo visando aquecê-lo. Permaneça assim por cerca de 30 segundos. Esse procedimento irá concentrar os aromas do azeite de oliva e o ajudarão a identificá-los. Em seguida, aspire os aromas do copo e procure identificar a natureza dos aromas. Dependendo da variedade, podem lembrar, ervas recém cortadas, maçãs verdes, frutos secos, abacate, notas cítricas assim por diante.
Em seguida, sorva vigorosamente um pouco do azeite - o barulho é desagradável, mas ajuda a perceber melhor todos os sabores do azeite de oliva. Você vai sentir, em graus diferentes, uma sensação doce na ponta da língua, outra amarga na parte superior da língua e uma sensação picante na base da língua, perto da garganta. Dependendo da intensidade de cada uma dessas sensações e de suas transições, uma história sensorial será contada. Pode agradar ou não, mas um azeite de oliva que proporciona essas sensações tem algo a dizer e merece respeito.
Fonte: http://diguste.blogspot.com/2011/07/azeite-de-oliva-mitos-e-verdades.html
O interesse pelo azeite de oliva tem aumentado muito ultimamente. No entanto, permanecem as velhas confusões - mitos, na verdade - que pouco ajudam o consumidor na busca de um produto adequado às suas necessidades nos pontos-de-vendas. Conheça alguns mitos comuns e algumas verdades necessárias para comprar azeites de boa qualidade...
Azeites de oliva de primeira prensagem são melhores?
Mito -Trata-se de uma informação que induz ao erro de imaginar que existe uma segunda prensagem e que a qualidade do azeite de oliva virgem vai piorando a medida que o processo progride. Na verdade, todos os azeites de oliva virgens, bons ou ruins, nos dias de hoje, resultam de uma primeira prensagem, portanto não é esse um fator que define a qualidade do produto.
Azeites de oliva com baixa acidez baixa são mais gostosos ou intensos?
Mito -A acidez é um fator de classificação importante do azeite de oliva virgem, mas não serve para indicar a qualidade sensorial do produto. É impossível fazer a associação quanto menor for a acidez, mais gostoso será o azeite de oliva. O sabor e o aroma do produto é resultado de um complexo equilíbrio de pelo menos 70 compostos diferentes (cetonas, éteres, alcoóis, entre outros) que são transmitidos em gradações diversas, primariamente, pela variedade e pela maturação dos frutos no momento do processamento e, secundariamente, pelo micro clima e pelo solo em que a árvore está plantada. Já a acidez, que aliás nada tem a ver com o pH que aprendemos nas aulas de química, é gustativamente imperceptível. No entanto, esse índice tem um outro valor: a acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas é bem feito. Por isso é comum que bons azeites tenham acidez baixa. No entanto é possível encontrar um azeite com grau de acidez baixo, mas com pouca personalidade, pouco aroma e de sabor apagado e, também o contrário, um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presença marcante na boca.
Azeites são melhores quando jovens?
Verdade -O primeiro fator de qualidade sensorial é bastante simples: a data de fabricação. O azeite de oliva, ao contrário de alguns vinhos, é tanto melhor quanto mais jovem. Apesar de não ser correto afirmar que qualquer azeite de oliva, por ser jovem, é automaticamente melhor do que outro mais antigo, um determinado azeite será sempre melhor no começo de sua vida do que no fim dela.
Azeites de oliva de cor verde são mais fortes?
Mito -A cor é outro atributo que também não influi na qualidade sensorial do azeite. A cor verde é resultado da quantidade de clorofila (pigmento de cor verde) presente no produto. A clorofila transmite ao azeite de oliva, além dos tons esverdeados, notas sensoriais mais amargas. Todos os demais aspectos sensoriais não podem ser avaliados pela cor do azeite de oliva. Os mais verdes, normalmente, resultam da prensagem de frutos iniciais da colheita.
Azeites de Oliva são saudáveis porque não têm colesterol?
Mito- Às vezes encontra-se inscrito em embalagens de azeite de oliva a expressão "Sem Colesterol". Trata-se de outro apelo que não vale muito, pois todo o alimento de origem vegetal não contém colesterol. Isso vale para a abóbora, o azeite de oliva ou o óleo de soja. Não é a ausência de colesterol que justifica a aquisição de azeite de oliva.
A degustação é o único caminho de avaliação?
Verdade - Bons azeites de oliva são aqueles que têm uma história sensorial para contar, são complexos, apresentam corpo, evoluem em transições sensoriais diversas e permanecem com seu retro gosto. O conjunto desses atributos manifesta uma personalidade. Por isso, degustar é a melhor maneira de estabelecer preferências. Dessa forma é um bom hábito provar uma pequena porção do produto puro logo depois da compra. Com o tempo, o seu paladar se converterá em sua bússola e deixará claro qual é a sua preferência.
Como degustar o azeite de oliva:
Coloque cerca de 20 mililitros do azeite de oliva a ser degustado em um copo pequeno, de preferência opaco - assim a cor do produto não irá afetar seu julgamento. Tampe com uma das mãos a superfície superior do copo e coloque a outra mão por baixo do copo visando aquecê-lo. Permaneça assim por cerca de 30 segundos. Esse procedimento irá concentrar os aromas do azeite de oliva e o ajudarão a identificá-los. Em seguida, aspire os aromas do copo e procure identificar a natureza dos aromas. Dependendo da variedade, podem lembrar, ervas recém cortadas, maçãs verdes, frutos secos, abacate, notas cítricas assim por diante.
Em seguida, sorva vigorosamente um pouco do azeite - o barulho é desagradável, mas ajuda a perceber melhor todos os sabores do azeite de oliva. Você vai sentir, em graus diferentes, uma sensação doce na ponta da língua, outra amarga na parte superior da língua e uma sensação picante na base da língua, perto da garganta. Dependendo da intensidade de cada uma dessas sensações e de suas transições, uma história sensorial será contada. Pode agradar ou não, mas um azeite de oliva que proporciona essas sensações tem algo a dizer e merece respeito.
Fonte: http://diguste.blogspot.com/2011/07/azeite-de-oliva-mitos-e-verdades.html
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